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COISAS
DE MINAS
Corinto
é a sua terra. Filha de Raymundo Rosa e Teresa Rosa,
professora, formada em Letras, pós-graduando-se em Literatura
Brasileira está desenvolvendo o que mais gosta, a escrita.
Sempre demonstrou interesse pelas histórias. Com o seu jeito
meigo, simples e discreto encontrou um ritmo marcante, bem
natural para usar a língua e a escrita dentro dos padrões
modernos. Apresenta de maneira calorosa temas profundos,
envolventes que retratam o cotidiano e a sensibilidade das
coisas simples.
Seu
nascimento para a Literatura veio cadenciado, porém de forma
explosiva que resultou numa crítica bastante positiva na alta
roda de autores mineiros consagrados. A leitura e a escrita é
hoje o seu principal objetivo de vida. Numa realização da
Armazém de Idéias, publica o seu primeiro livro em 1 .998,
“CANDONGA”, um livro de poesias com temas emotivos, novas
formas de expressão, versos livres, que valorizam os símbolos
registrando os sentimentos, sonhos e a realidade do dia-a-dia.
Nesse mesmo ano, participa de uma Antologia Literária na
cidade de São Paulo, pela Litteris Editora com o conto “O
BRILHO DE CANOPUS” e na cidade de Alfenas, MG, foi laureada
com o Diploma de Honra ao Mérito pela qualidade da obra
“MAROMBA NO AGRESTE”, um conto de grande expressão
sensorial, tipicamente popular.
O
grande desempenho na arte de escrever, leva Antonia Rosa a
marcar presença na 3.ª Semana de Estudos Lingüísticos,
Leitura e Escrita entre 05 a 09 de abril de 1.999 na Faculdade
de Filosofia e Letras de Diamantina, MG. Em sua cidade
Corinto, MG, esteve no Momento Cultural realizado pelo Colégio
Dom Serafim, coordenado pelo Educador Roberto Gravito, no dia
30 de junho de 1.999. Absorvida pelo suave e envolvente espírito
poético, escreve os poemas “PIRRAÇA”, “BANZO” e
“CANOEIRO” para a Antologia Poética do 2º Festival de
Inverno de Educação de Itajubá, MG, em julho de 1.999. A
partir de então abraça os temas infantis com cinco livros:
“CORAÇÃO MAMBEMBE”, “JÁ VAI O JAVALI”, “UM SACI,
QUASE O PERERÊ”, “DIA DE PATO, PATO É” e o “DOIDO DA
PONTE”, pela Editora Armazém De Idéias.
O
ano 2.000 inicia-se com tristezas e alegrias para Antônia
Rosa. No dia 05 de maio perde a sua mãe D. Teresa Rosa.
Durante as comemorações dos 50 anos da “Escola Estadual
Professora Maria Amália Campos” em Corinto, ainda no mês
de maio, recebe homenagem do “Grêmio Literário” da
escola, coordenado pela Professora Nair Rodrigues. E na 6ª
Semana da Poesia Viva no período de 27 de maio a 03 de junho
a Faculdade de Ciências Humanas de Curvelo pode contar com a
presença significativa de Antônia Rosa no dia 29 de maio.
Em
Belo Horizonte, no lº Salão do Livro de Minas Gerais
realizado entre 12 a 20 de agosto de 2.000, na Serraria Souza
Pinto, Antônia Rosa autografou seus livros no estande da
Armazém de Idéias, no dia 20 de agosto.
Seus
livros estão sendo distribuídos em todo o Brasil. Já foram
apresentados na França e agora serão apreciados na Colômbia.
No
dia 14 de novembro de 2001, na cidade de Belo Horizonte, Antônio
Rosa recebeu uma homenagem à altura do seu talento, tanto
como professora quanto escritora: o Governador do Estado de
Minas Gerais, Itamar Franco e o Secretário de Estado da Educação,
professor Murílio Hingel, conferiu-lhe a ORDEM DO MÉRITO
EDUCACIONAL no Grau da Medalha de Honra, pelos relevantes
serviços prestados à Educação em Minas Gerais.
Hoje
Antônia Rosa tem recebido convites para apresentação de
seus trabalhos tanto na área social quanto educacional. Ela
se diz entusiasmada e com muita disposição para novas criações.
Beleza, simplicidade e determinação são qualidades
marcantes dessa escritora mineira que escreve para tocar bem
fundo o coração de adultos e crianças.
Antônia
Rosa, um nome “pra se guardar do lado esquerdo do peito”.
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Olinto
Vieira Machado
Odontólogo
e admirador da cultura, Corinto - MG
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