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Há mais 15 anos , apresento um programa de rádio intitulado "Canta Minas", na rádio Aranãs FM, de Capelinha MG, com enfoque exclusivo para a música mineira em todas suas vertentes. Sempre fui apaixonado por música e, assim sendo, tomei a iniciativa de criar este blog com a finalidade de divagar um pouco sobre as minhas impressões durante os mais de 12 anos de programa. Além da música também sou apaixonado por História e Literatura. Aqui, publicarei crônicas, causos e outras divagações a respeito de tudo que tenho vivido nesse pedaço de chão que é o Vale do Jequitinhonha. E como não pode deixar de ser, também escrevo sobre a minha querida terra natal, Corinto, e outras vivências pelo mundo afora que me ajudaram a construir uma história de gente comum, sem heroísmos, no entanto carregada pelos "sinais de humanidade"!!! Abraços Gerais!!!

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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

VALDÊNIA: EXEMPLO DE GENEROSIDADE E HUMILDADE


Valdênia - Fonte da foto: museudapessoa.net

Na última sexta-feira, dia 18/02, a apresentadora Ana Maria Braga do programa global “Mais Voce”, exibiu uma belíssima reportagem sobre Almenara MG, cidade localizada no Vale do Jequitinhonha. E uma vez mais o programa deu destaque para o Coral das Lavadeiras de Almenara, cuja matéria foi realizada pela competente repórter Nádia Bochi e sua equipe. Indico os links abaixo e assistindo-os, creio que possamos compreender de fato o que significa generosidade e humildade. Mesmo (con)vivendo, conhecendo e sabendo da capacidade extraordinária do povo do Vale Jequitinhonha diante das adversidades, é impossível ficar insensível com este exemplo de vida.

No entanto recorro-me à uma frase cunhada pela minha amiga Bel Chiordi: Nenhuma situação de vida é “natural e imutável”. Infelizmente, por longos anos as elites políticas impuseram ao povo pobre e simples do Vale do Jequitinhonha a exploração da miséria de forma que as carências sejam vistas como naturais e, consequentemtente, imutáveis. Bel torna nos lembrar que muitos dos que moram por aqui “continuam achando que é assim mesmo. Como se fosse uma sina. Aliás, não são poucos os (...) que continuam (...) a reproduzir as histórias hoje inclusive mais violentas e trágicas porque ganharam as cores das drogas além do álcool (...) e a banalização da vida como um todo”.

Ao assistir o exemplo dado por Valdênia não há como discordar da repórter Nádia Bochi: “Não tem como não mudar depois de uma viagem dessa. Você muda o jeito de ver as coisas. Eu sou outra pessoa especialmente depois dessa visita”.

Confira nos links abaixo:


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