Seja bem vindo(a)!!!





Há mais 15 anos , apresento um programa de rádio intitulado "Canta Minas", na rádio Aranãs FM, de Capelinha MG, com enfoque exclusivo para a música mineira em todas suas vertentes. Sempre fui apaixonado por música e, assim sendo, tomei a iniciativa de criar este blog com a finalidade de divagar um pouco sobre as minhas impressões durante os mais de 12 anos de programa. Além da música também sou apaixonado por História e Literatura. Aqui, publicarei crônicas, causos e outras divagações a respeito de tudo que tenho vivido nesse pedaço de chão que é o Vale do Jequitinhonha. E como não pode deixar de ser, também escrevo sobre a minha querida terra natal, Corinto, e outras vivências pelo mundo afora que me ajudaram a construir uma história de gente comum, sem heroísmos, no entanto carregada pelos "sinais de humanidade"!!! Abraços Gerais!!!

banner

banner

domingo, 12 de junho de 2016

ESCRITOR DE TURMALINA LANÇA LIVRO NO SEMINÁRIO VISÕES DO VALE X

O multifacetado artista Gilmar Souza lançará do livro “Entre a arte e a peleja”  
em Belo Horizonte


Gilmar Souza e o seu livro
Mais um grande momento na vida de arte e de peleja de Gilmar Souza. A sua grande façanha dessa vez, será no Seminário Visões do Vale X, nos dias 13 e 14 de junho, cujo tema definido para o evento deste ano é “Vale do Jequitinhonha: Desafios da urbanização”, realização dPrograma Polo de Integração da UFMG no Vale do Jequitinhonha. 

Na oportunidade, o multifacetado artista Gilmar Souza lançará o livro "Entre a Arte e a Peleja". Esta sessão está prevista para o dia 14 de junho, às 11 horas, no auditório 1 da Faculdade de Ciências Econômicas (FACE), no Campus Pampulha.

Nascido em no Distrito de São Sebastião de Boa Vista, município de Chapada do Norte, esse trovador e contador de prosas e lorotas não falava nem andava até os cinco anos de idade. Diziam os curiosos que ele estava era inventando na surdina para soltar a língua mais tarde.

Professor de Ensino Religioso, Literatura E História, lecionou nas Escola Estadual Américo Antunes de Oliveira, CEART, EFAT e na Escola Municipal São João Batista.

Radialista, poeta cordelista, trovador, ator, estre de Folia de Reis, membro da Marujada de Nossa Senhora do Rosário Gilmar Souza é também apresentador de eventos e voluntário nos movimentos culturais e em várias instituições que prestam serviços socais.



Gilmar Souza com a lamparina na abertura das OlimPiadas
Espirituoso, Gilmar Souza tem passado a lamparina por algumas cidades do Vale do Jequitinhonha, uma vez que a tocha olímpica não alcançou alguns rincões. Ele diz que a cidade que quiser receber as "OlimPiadas" pode requisitar a passagem da lamparina.

Quando se vai a Turmalina não é difícil destacá-lo: sempre com seu chapéu na cabeça e o embornal do lado, ele vai ganhando o mundo com suas boas conversas, sempre levando, nas suas lorotas e prosas bem contadas, o nome da cidade de Turmalina. Afinal, segundo a escritora turmalinense Janeuce Cordeiro, um contador de prosas é sempre um ladrão de sorrisos, uma sementeira de alegria.


O LIVRO "ENTRE A ARTE E A PELEJA

Prefaciado pelo turmalinense Dr. João Valdir Alves de Souza, Professor Associado de Sociologia da Educação na UFMG e Vice-Diretor da Faculdade de Educação (FAE-UFMG), o livro de Gilmar Souza é recheado de prosas, trovas e potocas, folguedos e fanfarras. Gilmar também não se descuida do pedacinho do sertões que cruzou e nem da sua Turmalina, Turmalinda. Tradição, fé e religiosidade popular que permeia o Vale do Jequitinhonha que vale a pena viver e conhecer também são muito bem retratados por este poeta popular que nunca deixa de voltar às suas raízes. 


Se Gilmar Souza abusa das estórias hilárias que compõe o imaginário popular e de personagens singulares do Vale do Jequitinhonha, ele também nos leva a reflexões sobre temas como meio ambiente, inclusão social, a luta do dia-a-dia empreendida pelo povo da sua terra e da influência tecnológica sobre a cultura popular.

Dr. João Valdir diz que Entre a Arte e a Peleja, mais que o vocativo próprio de um título, traz duas palavras que suscitam ampla reflexão. Uma dela é a arte, que como muitas outras, é uma palavra polissêmica. De muitos significados e de variadas formas de combinação de seus usos, desde seu entendimento como travessura e traquinagem de meninos desinibidos até as mais elaboradas criações de profissionais que se dedicam, como artistas, a dar forma ao que há de mais sofisticado no pensamento humano.

Por outro lado, a palavra peleja, que deriva de pêlo, é uma palavra que remete a batalha, combate, contenda, labuta. Labutar é produzir arte com o próprio suor, mediante sacrifício, expondo a pele, o pêlo e o couro. E isso é o que faz Gilmar Souza na vida e no seu belo livro que ele passa a dividir agora com todos nós.

Outras informações sobre o evento estão disponíveis em nosso portal: www.ufmg.br/polojequitinhonha.
Solicitamos confirmar presença pelo e-mail:
polojequitinhonhaufmg@gmail.com

sábado, 11 de junho de 2016

HISTORIADOR DE CAPELINHA PARTICIPA DO SEMINÁRIO VISÕES DO VALE X

O capelinhense Douglas Lima, Mestre em História Social pela UFMG, apresentará pesquisa sobre o discurso do progresso e a seleção do passado no município de Capelinha
Douglas Lima lecionando História
  
O Programa Polo de Integração da UFMG no Vale do Jequitinhonha realiza, nos dias 13 e 14 de junho de 2016, em Belo Horizonte, o Seminário Visões do Vale X. A grande novidade desse ano será a participação do jovem capelinhense Douglas Lima, Mestre em História Social pela UFMG (2014) e licenciado em História pela UFMG (2011) que foi classificado para apresentar sua pesquisa sobre "O Discurso do progresso e a seleção do passado" na história de Capelinha.

Douglas Lima parte das visões acerca do progresso e do passado que permearam diversos processos de mudanças sociais e econômicas ocorridas desde o século XVIII para compreender as influências que permanecem até os dias atuais. Segundo ele, "nos últimos duzentos anos, progresso foi entendido como passaporte para um futuro glorioso, necessariamente melhor do que o passado e/ou o presente. Por seu turno, o passado adquiriu ares de obscuridade, de tempo desconhecido ou idealizado e em alguns casos tornou-se sinônimo de atraso. As ciências humanas discutem tais perspectivas de forma crítica, relativizando o lado positivo do progresso e buscando a desmistificar do passado. No entanto, as visões acadêmicas nem sempre estão em consonância com as percepções instrumentalizadas hegemonicamente e os conceitos de progresso e de passado normalmente manejados pela sociedade não são necessariamente os eleitos pelos pesquisadores em humanidades. "

No seu trabalho, o binômio “progresso-passado” é investigado segundo os sentidos que adquiriu em Capelinha, Alto Vale do Jequitinhonha. Como fontes de pesquisa, utiliza-se discursos proferidos por autoridades, livros sobre a história local, jornais, fotografias, relatórios e legislação municipal. Desde o final dos anos 1970, Capelinha transformou-se econômica e socialmente, o que gerou muitos impactos para a população local. Grande parte das mudanças ocorreu em virtude da intensificação das monoculturas de café e de eucalipto no município. A localização geográfica estratégica e o clima propício ajudaram a cafeicultura e a eucaliptocultura a prosperarem em Capelinha. 

Douglas afirma que, diferentemente de outros municípios vizinhos, a partir de então, a economia capelinhense alavancou, gerando empregos nas áreas extrativistas. O café e o eucalipto passaram a sintetizar o “progresso” da conjuntura local. Simultaneamente a esse processo, a sede municipal de Capelinha sofreu intervenções arquitetônicas, que modificaram suas antigas feições. Casarões centenários foram derrubados, dando lugar a edifícios contemporâneos que também simbolizam a “prosperidade” e o “progresso” do município. Em contraposição ao discurso de progresso, disseminou-se uma ideia de que a história de Capelinha tinha um “antes” e um “depois” do café e do eucalipto. O contexto anterior, de desemprego e miséria, foi modificado e ainda que a falta de emprego e a fome não estivessem totalmente erradicadas, tais problemas foram mitigados pela monocultura. Esta percepção social desconsidera aspectos que não se encaixam no discurso de progresso. 

Ele afirma que apesar do “progresso” de Capelinha ser intimamente associado ao café e ao eucalipto cultivados a partir da década de 1970, ele foi uma busca constante das autoridades e das elites locais desde o início do século XX. A retórica do avanço e da ruptura com o passado pode ser percebida nos discursos proferidos na cidade por Juscelino Barbosa, em 1925. Por conta da proeminência da concepção de progresso, a história ocupa um lugar marginal nas narrativas capelinhenses, muitas vezes sendo sinônimo de um “passado” mitificado, idealizado e/ou selecionado. Dessa forma, temas centrais para a história brasileira, como a escravidão e o coronelismo, também observáveis ao longo da história de Capelinha, são referidos a título de curiosidade, como se não se tratassem de aspectos fundantes do próprio processo histórico local. A história como “passado” positivo muitas vezes é associada a alguns indivíduos e algumas famílias, que se destacam nos âmbitos da administração municipal e da economia. Eles são entendidos como os agentes do processo histórico local, tendo o papel de guiar a locomotiva do “progresso” capelinhense.

É a partir do confronto entre os discursos de “progresso” e de “passado”, inscritos nas fontes aqui utilizadas, que a presente reflexão se insere. Busca-se interpretar tais visões segundo suas dimensões históricas, deixando de lado a perspectiva essencializante, afirma Douglas Lima.

VISÕES DO VALE X 

O Visões do Vale tem o objetivo de compartilhar e discutir as diferentes percepções sobre o Vale do Jequitinhonha, através de discussões temáticas nas quais tenham vez e voz as diferentes visões sobre as características, problemas e potencialidades da região.

Como forma de aproximar pesquisadores, agentes governamentais e a população do Vale, o evento discutirá nesta edição o tema desafios da urbanização. Além de conferências e mesas-redondas, serão aceitas comunicações orais de trabalhos de pesquisa e extensão sobre este tema, de diferentes áreas do conhecimento e de qualquer instituição de pesquisa. As comunicações serão organizadas em painéis temáticos, que podem versar sobre os seguintes subtemas: aspectos históricos, demográficos e populacionais, migrações, organização popular e movimentos sociais, educação, cultura e identidade, dentre outros, cabíveis na temática geral do Seminário.

Além de Douglas, outros pesquisadores apresentarão seus trabalhos a partir das 16 horas do dia 14 de junho, terça-feira. Cada apresentação individual, em dupla ou em grupo terá de 15 a 20 minutos de exposição. Na sequência das apresentações será realizado os debates.

QUEM É DOUGLAS LIMA

Natural de Capelinha, Douglas Lima é filho do senhor Valdemiro Alves de Jesus que era conhecido pelo apelido de Coelho e que tinha uma pequena indústria de calçados denominada Sandálias Capelinha e de dona Lucila Aparecida Lima de Jesus, professora do ensino fundamental na Escola Estadual Domingos Pimenta de Figueiredo. Primeiro filho do casal, Douglas tem como irmãos Eduardo, Vanessa e Gustavo, baluartes e companheiros da vida inteira e com quem sempre dividiu cantorias desafinadas em Capelinha, que tornaram-se mais raras, mas segundo ele, quando acontecem são ainda grandes momentos de fraternidade e brincadeirasNeto de "seu" Zé do Morro, Douglas herdou do avô o interesse pela cultura popular e pelas histórias de migração das pessoas do Vale do Jequitinhonha para a região sul do país.

Cursou a escola pública em Capelinha e no ano de 2004, seguiu para São João Evangelista onde cursou o ensino médio e Curso técnico/profissionalizante, se formando Técnico em Agropecuária na Escola Agrotécnica Federal de São João Evangelista, EAFSJE-MG. Em seguida vai para a capital mineira onde inicia os estudos em Psicologia na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais - PUC Minas, que acaba por interromper no no de 2007.

Em 2008, se matricula no curso de História da Universidade Federal de Minas Gerais, Campus Pampulha em Belo Horizonte, onde se licencia em História em 2011. Em 2012, inicia o mestrado em História (Conceito CAPES 6) também pela UFMG, onde tornou-se Mestre em História Social da Cultura, em 2014, ao defender pesquisa intitulada "Polifonia das alforrias: significados e dinâmicas das libertações de escravos nas Minas Gerais setecentistas". 

Entre 2008 e 2011 foi bolsista de Iniciação Científica PIBIC/CNPq. Foi membro da coordenação da Oficina de Paleografia - UFMG (2012 a 2014). De 2013 a 2015 foi professor efetivo na rede estadual de educação de Minas Gerais, atuando no Ensino Fundamental. Atualmente é professor designado no Colégio Tiradentes da Polícia Militar de Minas Gerais, onde leciona para estudantes de Ensino Médio. Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil colonial e conexões com África, América espanhola e Europa, atuando principalmente nos seguintes temas: escravidão, alforrias, tabelionato, trânsito cultural, história comparada.

Tadeu Martins e Douglas Lima conversando sobre o Vale.
Conheci Douglas Lima no final do século passado, logo quando cheguei em Capelinha. Ele era estudante do ensino fundamental na Escola Estadual Dr. Juscelino Barbosa. Lá, batíamos muito papo na hora do recreio sobre assuntos variados: cultura, música, literatura,  política, História, Capelinha, Vale do Jequitinhonha dentre outros. Logo percebi o seu interesse e curiosidade em saber e entender o porquê das estruturas e o que está por trás das mesmas. Várias foram as noites em que passávamos conversando até altas horas, o que muitas vezes custou repreensões da sua mãe. Assim, compreendi que estava diante de um grande pesquisador para o futuro. Felizmente, o futuro chegou e Douglas começa a dar passos largos em direção a uma vida acadêmica consistente e pródiga. 

Embora resida em Belo Horizonte, Douglas Lima sempre se mostrou interessado e preocupado em discutir  e buscar soluções para os problemas sociais da sua cidade. Tanto que, juntamente com outros jovens capelinhenses, criaram o MMC - Movimento Muda Capelinha que muito contribuiu para a discussão da conscientização política local, da cidadania e participação popular num contexto em que a cidade vivia da possibilidade de se concretizar um dos seus maiores sonhos que é a presença de uma universidade federal. Mas, esses jovens não ficaram restritos apenas a Capelinha e começaram a situar os problemas e conquistas do município dentro do cenário do Vale do Jequitinhonha. Assim, eu mesmo já tive a oportunidade de participar de eventos culturais em diversas cidades do Vale junto com ele e sempre buscamos a compreensão dos fatos que vivenciamos.

A despeito dos muitos planos que temos a realizar juntos, desejo de todo coração que Douglas Lima brilhe cada vez mais na pesquisa da nossa história.

Outras informações sobre o evento estão disponíveis em nosso portal: 
Solicita-se confirmar presença pelo e-mail: polojequitinhonhaufmg@gmail.com



terça-feira, 7 de junho de 2016

UFMG REALIZA O SEMINÁRIO VISÕES DO VALE X

Tendo como tema “Vale Do Jequitinhonha: desafios da urbanização”, o Programa Polo de Integração da UFMG no Vale do Jequitinhonha realiza o X Seminário Visões do Vale em Belo Horizonte



O Programa Polo de Integração da UFMG no Vale do Jequitinhonha realizará nos dias 13 e 14 de junho de 2016, em Belo Horizonte, o Seminário Visões do Vale X. O Visões do Vale tem o objetivo de compartilhar e discutir as diferentes percepções sobre o Vale do Jequitinhonha, através de discussões temáticas nas quais tenham vez e voz as diferentes visões sobre as características, problemas e potencialidades da região.

Como forma de aproximar pesquisadores, agentes governamentais e a população do Vale, o evento discutirá nesta edição o tema desafios da urbanização. Além de conferências e mesas-redondas, serão aceitas comunicações orais de trabalhos de pesquisa e extensão sobre este tema, de diferentes áreas do conhecimento e de qualquer instituição de pesquisa. As comunicações serão organizadas em painéis temáticos, que podem versar sobre os seguintes subtemas: aspectos históricos, demográficos e populacionais, migrações, organização popular e movimentos sociais, educação, cultura e identidade, dentre outros, cabíveis na temática geral do Seminário.



Informações:
www.ufmg.br/polojequitinhonha
Programa Pólo de Integração da UFMG no Vale do Jequitinhonha
Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal de Minas Gerais
Telefones: (31) 3409-4067
E-mail: polojequitinhonhaufmg@gmail.com
Segunda-Feira, 9 de Maio de 2016



ESCRITOR DO VALE LANÇA LIVRO "MEU PÉ DE ALECRIM DEU FULÔ"



Acontece hoje em Belo Horizonte, a noite de autógrafo com o escritor Joaquim Celso Freire, no lançamento do seu sexto livro, intitulado "Meu Pé de Alecrim deu Fulô".

Mineiro, nascido em Coronel Murta, no Vale do Jequitinhonha, Joaquim Celso Freire, lança, no dia 7 de Junho, a partir das 19h, na Livraria Leitura do Shopping Pátio Savassi (Av. do Contorno, 6.061) seu sexto livro, intitulado Meu pé de alecrim deu fulô.

“Minha obra é muito influenciada pelo tempo em que vivi no Vale, pelas experiências no contato com a terra e com as pessoas, pelo contraste de uma natureza ao mesmo tempo austera e bela, pelas estórias que ouvi dos mais velhos, pelas nuances da vida, enfim”, afirma o autor.

O novo livro reencontra o personagem José Silva, já presente em Um Silva de A a Z (2007) e O Rio das minhas manhãs (2012). Agora com 90 anos de idade, o protagonista - que veio da roça, passou pela fábrica e aprendeu a ler Kierkegaard - vive com sua esposa em uma agradável casa de campo, em certa região montanhosa do país. No entanto, uma bela mulher reacende desejos antigos, abrindo as portas para novos sonhos e planos.

Sobre o Autor:
Joaquim Celso Freire nasceu em Coronel Murta, região do Vale do Jequitinhonha, em 1952 e mora em São Paulo desde 1974. É professor da Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), onde foi também Pró-Reitor de Extensão. Atualmente, é Presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico do Grande ABC.

Publicações anteriores:
- Fazendo Poeira; poesia, 1977.
- Versos Avessos, com Débora de Simas; poesia, 2004.
- Políticas Públicas no Vale do Jequitinhonha – a difícil construção da nova cultura
política regional; políticas públicas e desenvolvimento regional, 2005.
- Um Silva de A a Z; prosa e poesia, 2007.

- O rio das minhas manhãs; prosa e poesia, 2012.


segunda-feira, 23 de novembro de 2015

SEU AURÉLIO É ELEITA A MELHOR BANDA DE ROCK DE CAPELINHA MAIS UMA VEZ

Por Tadeu Oliveira


O Seu Aurélio surgiu na cidade de Capelinha no ano de 2012, através do reencontro de alguns amigos que na infância e adolescência dividiram bancos escolares, aventuras em quintais de moradores locais onde furtavam frutas e jogos eletrônicos no fliperama Sub-Zero, cujo proprietário inspirou o nome da banda.

Antes de se tornar o Seu Aurélio, os meninos lapidaram seus talentos na banda “Especial Charlie Brown Jr.”, cover das versões acústicas dessa banda. O sucesso e o reconhecimento foram tão grandes que eles resolveram alçar voos mais altos. Partiram para um novo formato que juntava à pegada do rock a oralidade que marca a cultura da região ao compor canções cujas letras remetem aos causos regionais do Vale do Jequitinhonha, principalmente da cidade de Capelinha. Isso fica evidente nas composições autorais “O Chico”, “Zub-zero” e no próprio nome do conjunto.

A banda possui pouco tempo de estrada, mas muitos shows na bagagem e foi eleita nos anos de 2014 e 2015 como a melhor banda de rock da cidade de Capelinha através de pesquisa de opinião pública realizada pela REVISTA SOU MAIS MINAS.

Atualmente a banda é formada por Jonh Luiz, Lucas Neves, Carlos Geovane (o Dudu), Matheus Mozelli, Flávio Henrique, Jésus Alecrim e Fernando Cordeiro.

E o que faz o Seu Aurélio brilhar cada vez mais é o fato de seus integrantes manterem acesa a chama da amizade construída na convivência da adolescência e fortalecida na consonância de acordes enlaçados pela magia do rock quando eles se juntam no palco.